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ARTISTAS

GILSON ANTUNES

Gilson Antunes já apresentou centenas de recitais em 4 continentes, incluindo países como Israel, Cuba, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Espanha, Portugal, Uruguai, Paraguai, Argentina, Colombia, Venezuela, Peru e México.

 

Nasceu em Ilha Solteira, interior de São Paulo, sendo que em sua carreira de 29 anos já foi tema de documentários, Hangout na internet, especiais de rádio e televisão e artigos em jornais e revistas.

 

Estudou na Guildhall School of Music, em Londres. Fez seu bacharelado em Música na UNESP e seu mestrado e doutorado em Artes na USP. Entre seus professores estiveram Carlos Fernandes, Levy Harzer, Sidney Gimenes, Fabio Zanon, Giácomo Bartoloni e Robert Brightmore.

 

Gilson Antunes possui um vasto repertório que vai da renascença à obras do Século XXI dedicadas a ele, tendo já apresentado muitas das principais músicas escritas para violão clássico.

 

Mais de 30 compositores de 4 países lhe dedicaram mais de 50 obras para violão solo, música de câmara e violão com orquestra, entre eles Roberto Victorio, Marcus Siqueira, Willy Corrêa de Oliveira, Maurício de Bonis, Ricardo Tacuchian, Edson Zampronha e vários outros. Fez o resgate da vida e obra de Américo Jacomino Canhoto através de dissertação de mestrado, CDs, recitais e palestras.

 

Gravou cinco CDs solo e fez participação em mais oito.

 

Entre os principais eventos que criou e dirigiu estão o Concurso Nacional de Violão Musicalis, o Festival de Música de Ourinhos, o Seminário Internacional de Violão Vital Medeiros e a Mostra de Violão Musicalis. Na UNICAMP organiza eventos mensais, convidando os principais concertistas brasileiros de violão para palestras, recitais e masterclasses.

 

Escreveu artigos para as principais revistas e websites brasileiros de violão dos últimos 25 anos, incluindo Violão Intercâmbio, Violão Pro e Acervo Digital do Violão Brasileiro.

 

Gilson Antunes é o primeiro professor contratado especialmente para o curso de violão clássico do Instituto de Artes da UNICAMP (em 2015), após décadas de espera pelos violonistas, tendo sido anteriormente professor da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) por mais de 10 anos.

 

Gilson Antunes é artista representante da principal empresa de cordas de violão em todo o mundo, a D’Addario, e apresenta-se com violões construídos especialmente para ele pelos luthiers Claudio Arone, Carlos Novaes e Lucio Jacob.

VIOLÕES ARTES TRIO

Violões Artes Trio (VAT) tem sido indicado como um dos mais importantes trio de violões da atualidade, tanto pelo alto nível de seu trabalho camerístico, como por sua importante contribuição para a ampliação do repertório. Com estreia em 2010, sendo a formação atual com Pedro Cameron, Welton Nadai e Priscila Guisti, o trio vem inserindo obras originais e arranjos irreverentes, que surpreende pela afinidade sonora introspectiva e grande expressividade, levando as salas de concerto um alto nível artístico e musical.

 

 

Do seu repertório constam obras escritas originalmente para trio de violões, bem como transcrições e arranjos especialmente elaborados que navegam por diversos compositores e períodos da música, atravessando entre o popular e erudito para formar um programa agradável e de alcance não só dos ouvidos já iniciados, mas sobretudo, ao público não habituado a ouvir música erudita e consequentemente menos afeito às salas de Concerto.

 

 

Os violonistas realizam pelo interior paulista uma maratona de atividades do universo violonístico, que vão desde recitais em salas de concertos e teatros, bem como circuitos de formação de público para música erudita, realizados em escolas, universidades e instituições de caridade. Gravaram em 2012 o CD "Violões Artes Trio" que foi muito bem aceito pelo público, como sendo um trabalho de sonoridades encantadoras, com virtuosismo, entusiasmo, e performances de sincronização excepcional, e ao mesmo, espontâneas.

 

 

Radicados em Rio Claro interior de São Paulo (Brasil), os músicos utilizam três violões de seis cordas, um deles do luthier japonês Shigemitsu Sugiyama, e os outros dois dos brasileiros Samuel Carvalho e Valdenir Diniz.

 

FILIPE MARLLON

Felipe Marllon é natural de Congonhas/MG. Graduado pela Universidade Federal de São João del Rei (2015) sob orientação do Dr. Guilherme Vincens, é, atualmente, orientado pelo renomado educador Paulo Martelli. Participou de festivais e concursos nacionais e internacionais com professores de renome internacional e obteve, também, excelentes colocações: Festival de Inverno Campos do Jordão 2018; Programa “Prelúdio” -Tv Cultura – 2017; 1º lugar no Concurso Nacional de violão da FITO – 2016; 2º lugar no Concurso Nacional de Violão Musicalis – 2016; Seleção “Programa Segunda Musical”, da Assembleia Legislativa de Minas Gerais por dois anos consecutivos (edição 2014 e 2015) e esteve entre os 16 selecionados do país a participar do concurso “Movimento Violão” em São Paulo (2017). Tem em seu curriculo as publicações acadêmicas: VIII edição Simpósio acadêmico de Violão – EMBAP/UNESPAR (2015) e XIII Congresso de produção científica - XXII SIC (Semana de Iniciação científica) da Universidade federal de São João del Rei (2015). Apresentou-se em diversos locais no Brasil. Participou como concertista da 17a. Mostra de Cordas Dedilhadas.

RAFAEL ALTRO

Formado em volão pelo Conservatório Musical Anchieta. Rafael é compositor, arranjador, instrumentista, professor e diretor musical de espetáculos teatrais. Com quinze anos fez suas primeiras apresentações em prol de várias instituições beneficentes. Prosseguiu seus estudos com o professor e luthier José Egídio de Oliveira. Participou do “II Encontro Nacional de Violonistas” realizado pelo Instituto de Artes da UNESP. Participou como músico e compositor na gravação do CD “Ritmos do Brasil – Música do Norte”, lançado pelo selo Paulus em 2007. Pela mesma gravadora realizou direção musical e atuou como violonista no CD “Momentos de Reflexão, vol. 2”, lançado em 2008. Em 2012 lançou o CD “Conquistas” instrumental solo com composições próprias. Foi o primeiro brasileiro a apresentar-se no Festival Internacional de Guitarra José Tomas, em Villa de Petrer (Espanha) no ano de 2013. Realiza concertos com o Duo ViP, formado em 1998 ao lado do pianista William Labecca e com o Duo Hartstein-Altro, ao lado do flautista Richard Hartstein. O duo Hartstein-Altro e o Duo ViP já participaram do programa Músicas que Elevam, transmitido pela TVLBV com apresentação do maestro Eduardo Escalante. Atualmente faz uma pesquisa com o repertório original para violão do compositor José Egídio de Oliveira.

VISCENTE PASCHOAL

Vicente Paschoal é brasileiro, natural do Rio de Janeiro. Ainda bem jovem, começou a estudar violão por conta própria e, aos 15 anos, com o professor Antônio Guapiassú, deu seus primeiros passos no estudo da técnica e interpretação deste instrumento. Aos 18 anos, já tinha um significativo trabalho no campo da composição de canções, algumas delas tocadas, nos dias de hoje, por diferentes intérpretes da música brasileira. Mais tarde, decidiu se dedicar plenamente ao violão clássico. Orientado por Carlos Alberto de Carvalho - com quem estudou durante sete anos aperfeiçoando sua técnica - trabalhou um vasto repertório, atuando como solista nas principais salas de concerto do Brasil, e acumulando alguns prêmios em concursos Nacionais de violão, tais como o Souza Lima e o Musicalis. Desde 2007, ocupa-se, preferencialmente, ministrando aulas de técnica e interpretação para concertistas e profissionais do violão, tendo, a partir de então, alunos atuantes no cenário musical brasileiro e, alguns deles, premiados em diversos concursos nacionais. Durante todo este tempo, Vicente Paschoal nunca deixou de lado a composição e, em Junho de 2012, estreou uma de suas obras, a Passacaglia - Homenagem a Frank Martin - em seu concerto no Ciclo Violonístico de Niterói - Teatro Municipal. E, recentemente, estreou sua Fantasia e Fuga na série Violões da Av-Rio - Centro Cultural da Justiça Federal, no Rio de Janeiro. "Vicente Paschoal é um músico de várias facetas. Concertista, professor de sucesso com vários alunos premiados, além de compositor inspirado e versátil, que transita com igual desenvoltura na vertente erudita e na popular. Sua sonoridade, sem nenhum exagero, está entre as mais belas do violão atual, cheia, penetrante e rica em cores e nuances, qualidade essencial de um músico de grande sensibilidade." Sérgio Abreu “Vicente Paschoal representa o nível mais alto de aperfeiçoamento técnico em seu instrumento, originário de uma orientação sólida e competente assim podendo colocar em relevo sua musicalidade, com uma sonoridade clara e um inteligente jogo de matizes.” Henrique Pinto “Vicente é muito mais que um bom músico; é um artista, nasceu com a vocação da música e é consciente desta responsabilidade . Trata-se de um craque.” Guinga

NICOLAS PORTO

NICOLAS PORTO