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Violonista quer difundir música erudita

02/07/2018

 

O músico Welton Nadai teve seu primeiro contato com o violão aos 16 anos de idade, quando alguns amigos da escola Senai o apresentaram ao instrumento. Foi com um amigo que aprendeu os primeiros acordes. “Depois de certo tempo arrumei um violão pra tocar e dai por diante comecei a estudar”, disse ao Blog do Circuito.

 

Aos 34 anos de idade, o violonista explica que no início, como todo garoto, não tinha muito interesse por música erudita. “Tocava em bandas de rock, fiz todo o trabalho do repertório de barzinhos. Fiz todo este tipo de trabalho”, recorda.  Automaticamente o interesse pela técnica musical fez com que se aprofundasse e perseguisse a música erudita.

 

E assim o fez, quando ingressou no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí "Dr. Carlos de Campos", no interior do Estado, em 2002 e se formou em 2007. “A partir dai não parei de estudar. Fiz faculdade de música na UninCor, em Três Corações, e pós gradução em Arte Educação nas Faculdades Claretianas”, conta.

 

SOLAR

 

Seu primeiro contato com o maestro Pedro Cameron foi em 2004, quando inicia os estudos no conservatório Solar das Artes, em Rio Claro, dirigido pelo maestro. “Inclusive eu fiquei sabendo dele [Cameron] em Tatui, já que diversos professores de lá havia sido alunos dele. Eu era de Rio Claro e não o conhecia. Resolvi ir conversar com ele e sou aluno até hoje. Mesmo depois da formação é a fonte de maior conteúdo”, argumenta Nadai que, ao mesmo tempo em que ingressa como aluno de Cameron inicia como professor na instituição.

 

Questionado sobre seu trabalho na música foi enfático: “Aprendi nas aulas de música a necessidade de despertar nas pessoas a sede por conhecimento. É preciso transformá-las em pesquisadoras, fazer com que sintam vontade de aprender”, frisa.

 

VIOLÕES ARTES TRIO

 

Com diversas apresentações no currículo do grupo Violões Artes Trio, Nadai conta que o projeto teve início dentro do Solar das Artes. “Aconteceu tudo muito naturalmente. Em certo dia tínhamos um quarteto. Em seguida, um dos membros seguiu outra careira e formamos o trio para apresentar a música de Câmara e explorar a parte de composição e arranjos do maestro Pedro Cameron”, observa.

 

Com o intuito de fazer um trabalho de referência na região, o músico enfatizou que cada ensaio é uma aula. “Existe toda uma pesquisa que nos é  apresentada pelo maestro. É um grupo de estudos para mim, um laboratório de repertório, mas é um espetáculo que levamos para toda região”, relata.

 

Sobre os resultados finaliza: “Nossos objetivos estão sendo alcançados, temos feito muitos recitais, criamos o Circuito do Violão, que é um dos maiores projetos de circulação de música no interior. Realizamos uma série de apresentações e publicações. Muita gente viu a gente tocar e muita gente ainda ver”.

 

FOTO: Paula Caldas

 

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